O propósito desta página é apoiar a autogeração de uma rede de antropologias mundiais.

Esperamos que a rede, concebida como processo, seja un espaço de diálogo para discutir sobre ‘antropologia’ em relação a políticas e eventos através dos quais se produz o mundo. Confiamos que a rede contribuirá com o desenvolvimento de muitas antropologias, menos influenciadas pelos centros acadêmicos hegemônicos e mais abertas à pluralidade de significados potencialmente oferecidos nos processos de globalização.
Parafraseando o português, definimos este processo como en/redar-se, prática que desejamos constitua a filosofia ativa da rede. Esta consistiria, então, no interconectar constante de noções que têm significado local com a finalidade de produzir práticas suscetíveis de serem compartilhadas através da rede, sem que percam suas peculiaridades locais.

Gradualmente, e sem impor nenhuma agenda, a rede deveria poder gerar visões e preocupações teórico-políticas que, sem perder o significado local, contribuam à geração de modos planetários de interpretação, conectados através de pluralidades e diferenças. Finalmente: a rede promoverá formas alternativas de fazer pesquisa, de financiamento, e de autorias coletivas de idéias, livros e outras práticas da produção de conhecimento. A rede se ativará tanto virtualmente como através de eventos que esperamos sejam(intencionalmente) heterodoxos e usará tantos idiomas quantos sejam necessários e possíveis.